
Rios de Encontro abre seu festival na UEPA com ‘Margens Vitais’ na formatura de voluntários do Instituto Chico Mendes para proteger Amazônia.
O V Festival Beleza Amazônica abriu na sexta feira, dia 09, com uma apresentação de dança afro-contemporânea com percussão de raiz na UEPA para comemorar a formatura de voluntariados da proteção dos rios e das florestas da Amazônia, do ICMBio em parceria com a Uepa e a Unifesspa. Assim, Rios de Encontro lançou o tema da quinta edição do festival comunitário eco-cultural e socioambiental, Rios de Criatividade, que já está se tornando uma campanha mundial, para preservar tanto os Pedrais do Lourenção, quanto o bioma inteiro da Pan-Amazônia.

Elisa (19 anos) ministra uma oficina de percussão africana para a coordenação estudantil do Movimento Ocupa Unifesspa contra a PEC 55.

Percussionistas de Tambores da Liberdade se-juntaram com estudantes do movimento “Ocupa Unifesspa” no festival numa celebração de educação pública gratuita e de qualidade.
Na segunda, dia 12, o V Festival Beleza Amazônica apresentou ‘Margens Vitais: ritmos e danças de resistencia e esperança’ para a coordenação estudantil de Movimento Ocupa UNIFESSPA. A noite se transformou em uma troca cultural, entre os jovens artes educadores dos projeto Rios de Encontro de Cabelo Seco e depoimentos dos estudantes completando 48 dias de vivência inédita, debate and intervenção coletiva. A noite transpareceu uma diversidade de motivações, coragens e visões na busca de um Brasil livre de corrupção e exclusão, e encerrou com uma unidade inspiradora, aproximando a universidade federal da Unifesspa e a universidade Comunitária dos Rios.

Artistas e professoras/es de Marabá realizam uma roda de planejamento estratégico depois de assistir ‘Belo Monte: Depois da Inundação’ no Barracão da Cultura.
Na sexta feira, dia 16, mais de 50 jovens e adultos artistas e educadores assistirem o documentário internacional, ‘Belo Monte: Depois da Inundação’, e em seguida, reunirem para duas horas para refletir sobre o que Marabá pode aprender da tragédia atual em Altamira, para alertar a sociedade e Amazônia toda sobre as consequências socioambientais da energia hídrica. “Temos que garantir que a escola continua sendo um fórum de debate critico e cultivo de projetos sociais”, disse Professora Doelde Ferreira da Escola Irmão Deodoro na roda. “Amo Rios de Encontro porque entende que nenhum projeto social se desenvolve sem autoconhecimento e autoconfiança culturais e bem contemporâneas, liderado por jovens. Como defender Amazonia sem este sentimento de pertencimento, orgulho e coragem inovadores?”.
