Ministro do Bem Viver responde: ainda é possível?

Em 2007, o Equador ofereceu ao mundo uma iniciativa visionária, de deixar algumas das reservas de petróleo da Amazônia no solo em troca de uma compensação financeira da comunidade internacional. Alberto Acosta, o então Ministro do Petróleo do Equador, foi o principal arquiteto da proposta, projetada para salvar o Parque Nacional Yasuni, uma das regiões de maior biodiversidade do mundo.

A Maldição da Abundância revela o dilema ideológico que o Equador enfrentou: um Bem Viver sustentável ou “duras realidades econômicas”. Este dilema está no cerne dos debates sobre ‘desenvolvimento’, ‘sustentabilidade’ e ‘justiça climática’. Mas na pandemia de hoje, tornou-se cruelmente focado como uma escolha da espécie: viva bem ou morra.

Convidamos você assistir este documentário de 2019 e a se juntar ao nosso Fórum Bem Viver para entrar em um diálogo mundial com Alberto Acosta, Ewa Ewart (a cineasta) e especialistas-ativistas latino-americanos. O que podemos aprender com a experiência do Equador para cultivar um futuro Bem Viver?

Em tempos de pandemia, Rios de Encontro pergunta: podemos educar a nós mesmos e a nossos filhos em casa e em nossas comunidades para renovar nossas raízes cortadas e relação sagrada com a Terra, para viver bem, à tempo?

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