O Monumento Indígena do Brasil vira pluriversidade e advogado pela Mãe Natureza

Durante 2001-2, junto com nossos projetos na Amazônia, nosso Instituto Transformance dedicou-se à restauração do ‘Monumento de Resistência dos Povos Indígenas do Brasil’, localizado no Monte Pascoal, no Sul da Bahia.

2 Monument Indígena inaugurado no 19.08.2001

Você pode ler a história da criação coletiva pelo Povo Pataxó deste monumento (2000-01) e como surgiu sua restauração coletiva, nesta crônica: Pisa devagar (2020).

Você também pode entender como o Monumento fortaleceu (e ainda fortalece) o resgate cultural e educacional da língua Patxôhã e do ritual sagrado, como um território de formação de lideranças e de educadores/as, neste vídeo: https://youtu.be/JVr7Q3qtYMY

4 A liderança Gigi Pati Pataxó, assassinada, julho 2021 (pintando, em 2001)

O Monumento restaurado foi lançado no Dia dos Povos Indígenas do Brasil, no 22 de abril de 2022, através de um vídeo em progresso dedicado à liderança Gigi Pati (Tico) Pataxó (dir), assassinado no dia 05 de julho, 2021.

A restauração do Monumento aprofundou a resistência coletiva Pataxó aos projetos de lei do governo federal genocida e ecocída do Jair Bolsonaro, inspirando novos diálogos documentos nessa crônica: Mel (2022)

Inspirou o Comitê das ONGs (CDPI) sobre os Direitos dos Povos Indígenas na ONU elaborar e publicar uma Declaração solidária com os Pataxó do Sul da Bahia e todos os Povos Indígenas no Brasil, na sua busca pela preservação de seus direitos e territórios ancestrais (ler a Nota e a Declaração):

CDPI Declaração sobre Situação de Emergência no Brasil
Nota (Coletivo Pataxó)

Agradecemos o apoio do Fundo Casa na realização do projeto de restauração: A Retomada do Monumento de Resistência dos Povos Indígenas do Brasil (2001-21).  

Fotos: Arquivo Transformance (2001-2022) e, a última, Arquivo Pataxó (2022)  

 

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