Consciência Negra é todo dia, hora e segunda em Cabelo Seco!

Nossa intervenção na rua na nossa comunidade Cabelo Seco retrata energia solar, o Rio Tocantins, e os jovens mais vulneráveis no Brasil, e lança nossa nova logo-marca 'aqui não vale'.

Nossa intervenção na rua na nossa comunidade Cabelo Seco retrata energia solar, o Rio Tocantins, e os jovens mais vulneráveis no Brasil, e lança nossa nova logo-marca ‘aqui não vale’.

Uma imagem e poema de nossa biblioteca comunitária Folhas da Vida celebra consciência afro- ecológica na Galeria do Povo, no dia de Consciência    Negra.

Uma imagem e poema de nossa biblioteca comunitária Folhas da Vida celebra consciência afro- ecológica na Galeria do Povo, no dia de Consciência Negra.

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Necessitamos de um plebiscito sobre a hidrelétrica já em 2015

Relacionamos a busca da 'escola sustentável´com a energia solar dentro de um paradigma de desenvolvimento sustentável que valoriza uma Amazônia viva e protegida.

Relacionamos a busca da ‘escola sustentável´com a energia solar dentro de um paradigma de desenvolvimento sustentável que valoriza uma Amazônia viva e protegida.

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Rabetas Videos buzina o Brasil para acordar e pedalar para energia solar no sábado dia 22 de novembro!

Celebramos as artes de vídeo comunitário do coletivo Rabetas Vídeos e da coordenação de nossa próxima bicicletada para incentivar todos e todas participar no dia 22 de outubro na pedalada ‘Eu sou Amazonia’. Coordenadas por estes jovens afro-indígenas, vamos celebrar e projetar Energias da Vida e enviar uma grande mensagem clara aos governantes e mineradoras, do pais e do mundo.

Com mais de 400 participantes da escola Jose Mendonça Vergolino, vamos aproximar as comunidades de Cabelo Seco e Santa Rosa na Velha Marabá e suas escolas vizinhas, fomentar debate sobre alternativas pedagógicas e energéticas, e garantir que “onde tudo começou” não virará “onde tudo acabou”. Todos são bem vindos!

Mais informações sobre estes projetos e sobre a bicicletada do dia 22 de outubro, são disponíveis de Manoela Souza do Rios de Encontro: 99192 0171.

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Semana de Energia Solar esquenta todas a gerações em Marabá! 


Encerramos uma semana de três encontros públicos, dois encontros internacionais virtuais e quatorze oficinas, todos dedicados a promoção de debate e sensibilização sobre energia solar, com o primeiro curso de formação para jovens agentes Gira-Sol e sua grande bicicletada escolar ‘Sou Amazônia!’.

Encontro aberto a Marabá debate porque e como implantar uma primeira placa solar em Cabelo Seco antes do final do ano.

Encontro aberto a Marabá debate porque e como implantar uma primeira placa solar em Cabelo Seco antes do final do ano.

A chegada na cidade do professor Luis Blasques do Instituto Federal do Para (IFPA) no dia 27 possibilitou dois dias de debates informados sobre o que é energia solar e como ela pode ser implantada na prática em Cabelo Seco e Marabá. Nos encontros comunitário e municipal, realizados em Cabelo Seco, e numa mesa redonda no programa Barra Pesada, o pesquisador universitário do Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Alternativos Energéticas (GEDAE) lamentou o atraso do Brasil na área de energia solar. “Se governos brasileiros 15 ou 20 anos atrás tivessem iniciado a construção de uma industria solar, com o clima do Pará, já teríamos a tecnologia necessária para ser um líder mundial de energia limpa e barata, que não danifica o meio ambiente.”

Num encontro especial para os jovens coordenadores do Rios de Encontro, um aluno do Judith Gomes Leitão perguntou porque nenhum candidato a presidência ou ao governo estadual mencionou a questão de energia ou apresentou um projeto para o meio ambiente nos seus discursos eleitorais. Dr Luis Blasques observou: “todos pensam em soluções imediatistas que respondem as necessidades econômicas do Brasil, sem considerar as implicações ambientais ou sociais. E nesse momento, pela falta de antecipação, a energia hidroelétrica parece a mais barata. Mas no ponto de vista das conseqüências socio-ambientais, o Brasil vai pagar muito caro para uma energia que somente as mineradoras vão acessar.”

Convencidos e preocupados sobre a futura da saúde de seus filhos e netos, arriscada pela hidrelétrica, antigas moradoras de Cabelo Seco ofereceram os tetos de suas casas para iniciar um primeiro experimento ainda nesse ano, para estudar a possibilidade de construir uma rede pilota de placas solares. O debate foi filmado pela RBA e transmitido no Barra Pesada no dia 28, ampliando a divulgação da proposta alternativa.

Numa mesa redonda na rádio SBT no dia 28, Dan Baron, coordenador geral do Rios de Encontro citou as reuniões em Cabelo Seco onde os moradores declaram que ninguém foi consultado sobre a construção da hidroelétrica ou da hidrovia que profundamente vão alterar a qualidade da sua vida e a vida da região. Dan relacionou esta violação dos direitos constitucionais, humanos e ambientais de todos com o atual assassinato dos nascentes pelos governantes e mineradoras. “Como apelar a jovens assumir responsabilidade social e denunciar violência crescente quando aqueles com poder atuam sem responsabilidade socioambiental e estão assassinando a ética?”

A roda aberta a Marabá na mesma noite congregou quarenta professores, estudantes, integrantes de movimentos sociais, artistas, sindicalistas e jovens. Desmentiram o discurso ambiental da Vale e denunciaram seu monopólio absoluto sobre a vida política, cultural e econômica da região. Igual com os jovens na reunião da manha, o encontro identificou a falta de informação sobre energia solar e de debate nas escolas, a ‘cultura popular de derrotismo’ e baixa auto-estima como as causas principais do silêncio atual de Marabá.

Carol Sousa (13 anos) das Latinhas de Quintal ajuda coordenar uma das 10 oficinas de 'Mais Cultura na Escola' no Jose Mendona Vergolino durante a Semana de Energia Solar.

Carol Sousa (13 anos) das Latinhas de Quintal ajuda coordenar uma das 10 oficinas de ‘Mais Cultura na Escola’ no Jose Mendonça Vergolino durante a Semana de Energia Solar.

Paralelamente, durante os dias, Rios de Encontro realizou 10 oficinas de dança, canto e teatro em colaboração com a escola EMEF Jose Mendonça Vergolino, sensibilizando mais de 240 alunos sobre a beleza amazônica na sua vida cotidiana. “Como eles vão valorizar e defender a Amazônia”, questiona arte-educadora Manoela Souza, “quando eles nem se reconhecem como parte de sua beleza e riqueza? Nossas pedagogias artísticas conseguiram comunicar com todas as faixas etárias, despertando o cuidado pelo meio ambiente e de cada ser como parte dele, e cultivando participação coletiva”.

Energias de vida de Matheus Sa e Manoela Souza transformam um aluno timido numa oficina de canto e dança na escola Muniipal.

Energias de vida de Matheus Sa, Jessica Ertel e Manoela Souza transformam um aluno timido numa oficina de canto e dança na escola Muniipal.

Rios de Encontro e o Municipal estão integrando o projeto ‘Mais Cultura na Escola’ do Ministério de Cultura e o de ‘Escola Sustentável’ do Ministério de Educação para re-enraizar as artes de ensino e aprendizado nas artes populares das comunidades em maior risco da violência de desenvolvimento cego imposto. Na quinta a noite, a oficina de ‘Inglês Criativa’ celebrou a energia criativa de jovens arte-educadores e a poesia ‘Voar’ do compositor Zequinha Sousa, e no domingo a tarde, jovens de Cabelo Seco e universitários aprenderam com pesquisadora em residência, Jessica Ertel de New York, como construir um simples forno solar no curso piloto de Energia Solar, sendo realizado em Cabelo Seco.

“No dia 22 de outubro,” anunciou Dan Baron, “esperamos que todos estes parceiros e seus amigos vão participar na bicicletada ‘Sou Amazonia’, celebrando as Energias da Vida e enviando uma mensagem clara aos governantes e mineradoras, do pais e do mundo. Com mais de 400 participantes, vamos aproximar as comunidades da Velha Marabá e as escolas, para fomentar o debate e garantir que onde tudo começou não virará onde tudo acabou. Todos são bem vindos!”

Mais informações sobre estes projetos e sobre a bicicletada do dia 22 de outubro, são disponíveis de Manoela Souza do Rios de Encontro: 99192 0171.

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venha participar na semana gira-sol!

venha participar na semana gira-sol!

venha participar na semana gira-sol!

Convidamos a todos e todas vocês participarem numa roda aberta sobre energia solar com professor Dr Luis Blasques, um dos maiores especialistas na América Latina sobre alternativas energéticas, do Grupo de Estudos de Alternativas Energéticas da UFPA, nessa terça feira, as 18h, no Barracão de Cultura, em Cabelo Seco, Marabá, Pará !

Vamos conhecer as opções de projetos alternativos para fortalecer nossos argumentos a favor de uma Amazônia viva e sustentável e contra o assassinato de suas nascentes!

Favor, compartilhe com suas redes!

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Cobertura das ações artístico-culturais do Rios de Encontro nos EUA

Matéria do jornal Correio de Tocantins, 23 de outubro de 2014.

Matéria do jornal Correio de Tocantins, 23 de outubro de 2014.

Capa do jornal Opinião, 18 de outubro de 2014.

Capa do jornal Opinião, 18 de outubro de 2014.

Metade da atéria do jornal Opinião, do dia 18 de outubro de 2014.

Metade da matéria do jornal Opinião, do dia 18 de outubro de 2014.

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Rios de Encontro ganha premio mundial e vai a New York em 2015

Jornal Tocantins (set 2014)

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Vamos sensibilizar Santa Catarina sobre as ameaças a Amazônia

Évany Valente das Latinhas de Quintal vai visitar o sul do país pela primeira vez para apresentar músicas do CD Amazônia Nossa Terra e oferecer uma oficina sobre a relação entre percussão e educação dialógica.

Évany Valente vai visitar o sul do pais pela primeira vez para apresentar apresentar músicas do CD Amazônia Nossa Terra e oferecer uma oficina sobre a relação entre percussão e educação dialógica.

O departamento de Pedagogia da Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) realiza o III Colóquio Paulo Freire, 2014, sobre a ‘Relevância da Pedagogia de Paulo Freire na Historia e na Educação no Tempo Presente’, e convidou Rios de Encontro participar no principal mesa redonda (no dia 03) e oferecer três oficinas sobre artes pela transformação cultural. Na noite do dia 02, AfroMundi vai apresentar o solo ‘Raízes e Antenas II’ diante um público nacional.

O convite destaca a oficina do Dan Baron ‘Alfabetização Cultural: cultivando pedagogias artísticas por comunidades sustentáveis‘, a oficina da Camylla Alves: ‘Cultivando o coletivo através do corpo-dançante’, e a oficina da Évany Valente e Manoela Souza: ‘Cultivando a escuta através de dialogo percussivo e ritmos amazônicos’. As jovens arteducadoras Camylla e Évany oferecerão oficinas para participantes adultos, destacando a dimensão amazônica para sensibilizar o sul sobre a grande ameaça ao equilíbrio ecosocial acontecendo em Marabá.

A apresentação pela Camylla do espetáculo Raízes e Antenas II fortalecerá as propostas principais do Rios de Encontro: a importância de reenraizar a educação na cultura popular, e de valorizar jovens como lideranças comunitárias e co-educadores e co-pesquisadores na educação formal.

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Camylla leva cuidado ambiental ao palco nacional de dança contemporânea em Belém

'Raizes e Antenas' afirma a escuta a Mãe Terra como caminho único para sobreviver as múltiplas violências sociais e ecológicas da época atual.

‘Raizes e Antenas’ afirma a escuta a Mãe Terra como caminho único para sobreviver as múltiplas violências sociais e ecológicas da época atual.

No dia 08 de agosto, no Teatro Universitário Cláudio Barradas em Belém, Camylla Alves, dançarina da Cia AfroMundi do Projeto Rios de Encontro de Cabelo Seco, apresentou ‘Raízes e Antenas II’. O espetáculo apresentado na programação do IV Encontro Contemporâneo de Dança, foi a primeira experiência da Camylla num palco profissional e confirmou o significado nacional de sua pesquisa sobre a cultura afrodescendente e de sua qualidade artística.

Pesquisa incluiu as artes visuais para entender e presenciar memória ancestral e visceral.

Pesquisa incluiu as artes visuais para entender e presenciar memória ancestral e visceral.

A partir de sua formação em ballet clássico , Camylla vem experimentando na busca de uma linguagem capaz de narrar a busca de sua história, interrompida por séculos de violência.

A partir de sua formação em ballet clássico, Camylla vem experimentando na busca de uma linguagem capaz de narrar a busca de sua história, interrompida por séculos de violência.

‘Raízes e Antenas’ é fruta de dois anos de pesquisa que a Camylla Alves vem desenvolvendo sobre sua identidade afrocontemporânea, em parceria com colaboradores locais e internacionais. “A Camylla pesquisa como narrativas históricas se refugiam nos silêncios da pele e nos gestos do cotidiano”, explica Dan Baron, coordenador do projeto Rios de Encontro, que a acompanhou em Belém. “Sua apresentação afirma a escuta a Mae Terra como caminho único para sobreviver as múltiplas violências sociais e ecológicas da época atual e criar comunidades sustentáveis. A plateia profissional e da área se impressionou com a seriedade e profundidade de sua obra artística.”

Pesquisa incluiu a obra 'Sagração da Primavera' da Pina Bausch, homenageada e reinterpretada no espetáculo.

Pesquisa incluiu a obra Sagração da Primavera da Pina Bausch, homenageada e reinterpretada no espetáculo.

Camylla Alves fundou Cia AfroMundi: Pés no Chão em 2012, como projeto de pesquisa na bolsa que ela ganhou do projeto Rios de Encontro. Ganhando um premio em 2012 do Ministério da Cultura, Camylla convidou dançarinos e dança-educadores de Belém, Nigéria, Peru, Nova Zelandia e Rio de Janeiro para ampliar as estrategias de pesquisa e de linguagens de dança, da jovem companhia. Atuando como dançarina e dança educadora comunitária, Camila evoluiu ‘Raízes e Antenas’ em colaboração com artista plástico celta, Dan Baron, e em parceria com Lorena Melissa, Israel Neto e Carolayne Valente nas ruas de sua comunidade Cabelo Seco e nos palcos comunitarios de Joinville e Florianópolis. A obra ‘Raízes e Antenas’ foi estreada pelos quatro jovens dançarinos no Festival Beleza Amazônica em Marabá em 2013 e como um solo de 48 minutos, pela própria Camila, no palco do encontro ‘Chico Vive’, em Washington, EUA, em abril de 2014.

A crise socioecológica vem da loucura do consumismo.

A crise socioecológica vem da loucura do consumismo.

“Intitulei o solo que apresentei aqui em Belém, Raízes e Antenas II”, explica Camylla, “por que é um novo espetáculo, não uma edição do primeiro. Implicou nova pesquisa, uma nova narrativa e uma interpretação mais profunda, que realizei com Dan durante o verão. Sinto-me super realizada, claro, apresentando na capital, com iluminação sofisticada e em condições profissionais, depois de tantas horas de preparação toda semana. Mas sinto-me orgulhosa a representar todos nos de Rios de Encontro, de Cabelo Seco e da Marabá! Sei que ‘Raízes e Antenas II’ mostrou nossa inteligência e capacidade artística e vai abrir caminhos para outros!”.

A dançarina vem sofrendo três violências na narrativa da obra: sexual, emocional e ecológica. Mas a dança oferece múltiplas interpretações e a obra oferece a cada comunidade espaço para se identificar.

A dançarina vem sofrendo três violências na narrativa da obra: sexual, emocional e ecológica. Mas a dança oferece múltiplas interpretações e a obra oferece a cada comunidade espaço para se identificar.

“Cia AfroMundi de Marabá hoje virou uma referencia regional”, celebrou Waldete Brito, diretora de sua Companhia Experimental de Dança e da Escola de Dança na UFPA. “Ninguém esperava um trabalho tão serio, coerente e avançado.”. Camylla e Manoela Souza, a gestora cultural da apresentação em Belém, participaram no curso de dança contemporânea durante o final da semana, oferecido pela dançarina Luciana Caetano, de Goiás, que também elogiou a apresentação.

Sera que a beleza da sabedoria afro-amazônida é capaz de inspirar mudança de sonho?

Sera que a beleza da sabedoria afro-amazônida é capaz de inspirar mudança de sonho?

Camylla volta com novos aprendizados para integrar nas suas oficinas para a Escola Deodoro Mendonça e a comunidade Cabelo Seco.

[fotos: manoel pantoja]

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AfroMundi apresenta no IV Encontro Contemporâneo de Dança em Belém, 08 de agosto

Camylla Alves apresenta Raízes e Antenas II, no 4 Encontro Contemporâneo   de Dança (Belém 7-9 dezembro), sexta feira as 21h.

Camylla Alves apresenta Raízes e Antenas II, no 4 Encontro Contemporâneo de Dança (Belém 7-9 dezembro), sexta feira as 21h.

O Teatro Universitário Cláudio Barradas é o palco do IV Encontro Contemporâneo de Dança, que será realizado no período de 7 a 10 de agosto. Este ano, o tema é “Por Onde se Vê a Dança”. O evento é uma realização da Companhia Experimental de Dança Waldete Brito, em parceria com o Instituto de Artes do Pará (IAP). As inscrições estão abertas, ao valor de R$ 20,00 (vinte reais). Os interessados em participar devem se dirigir ao Espaço Experimental de Dança, localizado na Rua Domingos Marreiros, 1775, entre as Travessas 14  de Abril e Castelo Branco, no bairro Fátima, de segunda a sexta-feira, no horário das  16h às 20h.

O encontro tem como objetivo contribuir para o contínuo aperfeiçoamento dos intérpretes-criadores da dança paraense, que buscam novas oportunidades de experimentação e vivências no campo contemporâneo da arte cênica, além de promover o intercâmbio com artistas-pesquisadores de destaque no cenário regional e nacional. A programação do encontro  será constituída por palestras, oficina, workshop, mostra de dança, performance e apresentações de espetáculos.

O encontro contará, também, com a participação da experiente bailarina Luciana Caetano (GO), ex-integrante da Quasar Cia.de Dança, uma das melhores companhias de dança brasileira ainda em atividades; da premiada Pulsar Cia de Dança (MA), que apresentará o espetáculo de dança contemporânea “Expiação”, com direção geral do experiente Abelardo Teles e tem a coreografia assinada por Fran Mello. Este espetáculo faz parte do Projeto Turnê Nacional e recebeu o Prêmio Klaus Vianna de Dança 2014-Funarte, por encantar a todos com a força artística da dança maranhense. A Pulsar já realizou apresentações em várias capitais brasileiras, como Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG). Também participarão os grupos locais, como Cia. Moderno de Dança, Cia. Clássica Experimental de Dança, Cia. Mirai de Dança, Ribalta Cia. de Dança, Grupo Coreográfico da Universidade Federal do Pará, Tribos Ballet teatro, Cia AfroMundi (Marabá), entre outros.

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