Energias de vida em busca de segurança comunitária!

Dan Baron e Coronel Costa Jr da Polícia Militar do Belém do Pará trocam livros no final de uma conversa sobre segurança comunitária.

Dan Baron e Coronel Costa Jr da Polícia Militar do Belém do Pará trocam livros no final de uma conversa sobre segurança comunitária.

No dia 20 de fevereiro, nosso coordenador do projeto Dan Baron reuniu com o Coronel Costa Jr. da Polícia Militar de Belém do Pará para trocar relatos sobre seus projetos de formação. O último encontro entre os dois colaboradores foi em julho de 2010 quando Costa Jr. participou na mesa de abertura do Congresso Mundial de Artes Educação realizada pela Rede Abra de Arteducadores em Belém, para refletir sobre a importância das artes na gestão de uma segurança cidadã comunitária e sensível, aberta e transformadora, e logo depois, quando o coronel participou numa oficina de formação policial, que Dan realizou com 25 policiais militares.

A conversa durou mais de 03 horas e afirmou a sintonia entre os dois gestores. Devido a violência crescente no Pará, onde um jovem amazônico tem 12 vezes mais probabilidade de ser assassinado do que em qualquer outra região no Brasil, Dan Baron e Costa Jr. afirmaram a necessidade urgente de agendar cursos de formação para cultivar uma estratégia de prevenção que transforma as causas da violência. Ambos concordaram que o caminho de colocar cada vez mais policias armadas na rua somente aumentará a militarização da sociedade civil. O diálogo concluiu com datas provisórias para visitar Cabelo Seco e Bragança juntos, idealizar trocas artísticas e culturais entre jovens dos dois projetos, e avançar a articulação de debates e colaborações em 2014.

Encerraram uma noite de amizade e compromisso social com a troca do livro do Costa Jr., ‘A Caserna Fora do Sério’, e do CD ‘Amazônia Nossa Terra’ e do calendário 2014 do Rios de Encontro!

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Novo programa cultural do 2014

Jovens coordenadores estudam o calendário 2014

Jovens coordenadores estudam o calendário 2014

Essa semana, os jovens coordenadores reuniram para estudar o novo calendário de 2014 para tomar decisões sobre os focos artístico-pedagógicos e culturais do ano. A roda guia decisões sobre as residências artísticas, cursos de formação, projetos culturais e ações nacionais e internacionais que realizarão. Percebem que o novo calendário é bem mais profundo do que as edições dos anos anteriores.

Asistimos os novos vídeos do Beleza Amazônica 2013 para ajudar definir 2014.

Asistimos os novos vídeos do Beleza Amazônica 2013 para ajudar definir 2014.

Escolhem Energias da Vida e Formação de Jovens Coordenadores como Educadores Comunitários como os focos de 2014. Aceitam convites para AfroMundi apresentar em Brasilia e Washington, para Elisa colaborar com os Pataxó na Bahia e para as Latinhas, AfroMundi e os outros micro-projetos se apresentaram em New York. Aprovam os novos colaboradoras propostas (Cristina de Peru e Jessica de New York), e confirmam as energias solar, de alimentação saudável e do celular como ferramenta jornalística – três novas dimensões que vão permear Rios de Encontro.

Jovens coordenadores dos micro-projetos brindam a novo programa cultural 2014

Jovens coordenadores dos micro-projetos brindam a novo programa cultural 2014

Depois de duas noites de conversas e decisões (e presentes artesanais de Buenos Aries e Londres), brindamos o novo programa. No jantar, conversamos sobre as tempestades climática e política que ameaçam a comunidade. Desequilíbrio ecológico já esta sendo registrado em todos os cantos do mundo. Mas as casas de 15 famílias, incluindo a do Rafael da biblioteca Folhas da Vida, estão marcadas para serem derrubadas, para “salvar a vida dos moradores”.

Sabemos que anos de exploração contínua pelas dragas não fiscalizadas para fornecer areia e cascalho ao serviço da industrialização da Amazônia, e a derrubada das arvores dos quintais pela obra do PAC são as causas da danificação das margens do Rio Itacaiúnas e consumo do pontal, e identificamos este momento como primeiro passo para esvaziar Cabelo Seco. Antecipamos um 2014 de ação corajosa e inovadora, e brindamos nosso sexto ano de unidade e amizade!

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Notícias internacionais de janeiro e fevereiro

Dra Michela Coletta, Dra Malayna Raftopoulos e Dan Baron em Londres celebram a decisão de criar uma colaboração em 2014

Dra Michela Coletta, Dra Malayna Raftopoulos e Dan Baron em Londres celebram a decisão de criar uma colaboração em 2014

Os lançamentos de nosso calendário inspiraram convites para criar colaborações artísticas e pedagógicas em Florianópolis, e no Instituto de Estudos de America Latina na Universidade de Londres (Inglaterra) e no Centro de Estudos Latino-Americanos na Universidade de Cambridge. Aqui, Dra Michela Coletta (Italia) e Dra Malayna Raftopoulos (País de Gales) da Universidade de Londres celebram com Dan Baron a decisão de criar uma colaboração fotográfica em 2014.

eric ng prepares for celebration of the cockles gatherers in morecambe

Eric Ng, artista e arteducador de Hong Kong, grande colaborador de nosso Instituto Transformance, cumprimente os jovens artistas de Rios de Encontro durante uma noite de ritual musical, visual e teatral em Morecambe, norte da Inglaterra, para lembrar os 23 trabalhadores chineses que morreram no dia 05 de fevereiro de 2004, pescando camarões. Eric encontrou nossa jovem coordenadora, Evany Valente, durante a visita dela em julho de 2013. Veja a história deles no nosso calendário de 2014!

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Nossa página de fevereiro!

Nossa página de fevereiro!

Nossa página de fevereiro!

Estamos voltando a Marabá agora! Depois de dois meses de produção de nosso calendário e novos vídeos, de reflexão, diálogos, lançamentos do calendário e elaboração de uma proposta de programa para 2014, estamos prontos para apresentar a nosso núcleo gestor juvenil, hoje a noite! Em breve, divulgaremos as decisões!

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Calendário 2014 já está no ar!

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Ontem, os gestores do projeto Rios de Encontro realizaram uma entrevista na TV-Floripa, para apresentar o projeto ao sul do país e lançar o seu novo calendário. Assista a entrevista (http://www.youtube.com/watch?v=J5r7sPB0tTc) com Dan Baron e Mano Souza.

Logo depois, Dan e Mano sentaram com o Diretor-Presidente do Instituto Ideal, Mauro Passos, para discutir como transformar a comunidade de Cabelo Seco em uma referencia nacional de desenvolvimento de energias alternativas na America Latina. Será que Marabá quer tornar-se uma cidade premiada por seu compromisso com um futuro renovável e sustentável? Rios de Encontro vai sustentar seu projeto através de energia solar!

Para conhecer o calendário de 2014 já, baixe aqui:

calendario 2014 (RiosdeEncontro)

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Pré lançamentos internacionais dos novos vídeos e do calendário abrem 2014!

Capa do novo calendário que celebra meninas de Cabelo Seco brincando na beira do Rio Tocantins.

Capa do novo calendário que celebra meninas de Cabelo Seco brincando na beira do Rio Tocantins.

Dedicamos as últimas quatro semanas à produção intensiva de novos vídeos sobre o Festival Beleza Amazônica 2013 (03-10 de dezembro) e sobre o espetáculo ‘Raízes e Antenas’ da Cia. AfroMundi, ao novo calendário Rios de Encontro 2014 e à elaboração de dois projetos para 2014 que vão integrar o celular e a energia solar no coração do Projetão.

Agora, nossa Universidade Comunitária dos Rios realizará um mês de distribuição nacional e de pré-lançamentos do Calendário com parceiros comprometidos com cultura transformadora e energia solar em Florianópolis, Santa Catarina (30 de janeiro), São Paulo (31 de janeiro), na sede de More Music em Morecambe, Inglaterra (04 de fevereiro), nos Centros de Estudos da América Latina nas Universidade de Londres (05 de fevereiro), e na Universidade de Cambridge (06 de fevereiro), antes da Festa do Lançamento do Projeto 2014, em Cabelo Seco, no dia 22 de fevereiro, no Barracão da Cultura, às 19h30!

Assistam os novos vídeos no YouTube:

Festival Beleza Amazônica 2013

Raízes e Antenas, Cia AfroMundi

e enviam comentários à riosdeencontro@gmail.com!

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Os gigantes de Cabelo Seco querem mudar o futuro em 2014

Encerramos o ano de 2013 com uma plataforma comunitária, municipal, nacional, continental e internacional inimaginável quando iniciamos numa pequena roda de cantos na pracinha do Cabelo Seco em fevereiro de 2009. Após centenas de ações realizadas no ano mais intenso e inovador deste primeiro ciclo, registradas no calendário artístico-pedagógico de 2014 ainda no forno, estamos nos dedicando nas próximas seis semanas a refletir sobre os avanços de 2013 para identificar as pistas sobre o próximo ciclo de cinco anos, na busca de uma Amazônia autônoma e sustentável, na sua própria prática.

AfroMundi apresenta 'Raizes e Antenas' no Patio Maraba na Caravana do Festival Beleza Amazonica para inspirar debate sobre 'que Amazonia vai nos sustentar'.

Os atuais micro-projetos de música Latinhas e Sopros de Quintal, dança Cia AfroMundi, cinema Cine Coruja, Rabeta Vídeos, biblioteca Folhas da Vida, cursos de formação (Inglês Dialógico, Rio de Violões e Teatro Comunitário), e jornalismo juvenil, coordenados pelos jovens arte- educadores em formação, culminaram no lançamento mundial do CD Amazônia Nossa Terra, na participação em Paris da jovem música Évany Valente como voz da Amazônia no VIII Congresso Mundial de Teatro Educação, o lançamento do Barracão de Cultura na Semana de Dança Educação com Dr. Ralph Buck, Presidente da Aliança Mundial pelas Artes Educação, e no segundo Festival Beleza Amazônica. 

Lembramos no dia após a morte de Nelson Mandela, um dos principais formadores de Dan Baron, coordenador artístico-pedagógico do projeto, nos anos 90, e grande inspiração para o Rios de Encontro, “não bastam ações boas. Tem que evoluir uma visão grande onde caibam todos, e transformar o imaginário”. Hoje, morador do Cabelo Seco, o coordenador do projeto continua: “Escuto que o Rios de Encontro assusta as pessoas pelo tamanho de seu programa e suas ideias, por sua qualidade artística e pedagógica, e sua duração. Mas o projeto nos assusta também! “.

“Por exemplo”, explica Dan, “muitos aqui em Marabá sabem hoje que a Vale foi votada a pior empresa no mundo por sua violação dos direitos de seus trabalhadores e sua danificação ao meio ambiente, e questionam a industrialização da Amazônia. Mas não pedem um debate público. Claro, tem medo de se manifestar, porque a Vale não somente montou um sistema de espionagem em Marabá, mas está bancando todas as instituições da região, e qualquer questionamento arrisca ser exilado do mercado de trabalho. Numa região onde a fome e a memória da fome são tão presentes, esta ameaça é forte. Mas mais profundamente, acreditam que o futuro já foi decidido. Que são pequenos e desunidos demais diante dos gigantes. Então se calam ou argumentam que a Vale tem que assumir sua responsabilidade social e ampliar o tamanho das fatias do lucro da mineração da região”. Dan sorri. “E bem na beira da celebração do Centenário, no maior palco da historia de Marabá, um pequeno grupo de jovens artistas do Cabelo Seco decide independentemente em devolver o convite do Secretário de Cultura para tocar e transformar as ruas e pracinha de seu bairro em um palco independente de qualquer político e mineradora devastando a Amazônia. Questionaram a própria industrialização da Amazônia! Que coragem!”.

“Levamos sustos pela ousadia de ações que brotaram desta coragem e desse contexto. Depois do cruel assassinato de Éverton Sousa dias antes de nosso festival de 2012, integramos uma primeira ‘bicicletada pela vida’ no festival e experimentamos com vídeos na rua com sorteios de livros doados pela UNESCO, e com cursos de trocas de saberes populares e formais na universidade federal, nas escolas vizinhas e no bairro. Em 2013, estas sementes brotaram em cinco bicicletadas intercomunitárias com sua própria pedagogia de responsabilidade social (em particular para meninos em alto risco), em nosso Cine Coruja de filmes independentes em sessões livres e para jovens, em nossa biblioteca Folhas da Vida ao ar livre, e em nossa própria Universidade Comunitária dos Rios. A Amazônia é tão fértil!”.

Em realidade, esta fertilidade é, na avaliação do projeto, uma mistura potente de necessidades especiais sociais e da riqueza e da generosidade da cultura popular da região amazônica. A grandiosidade e beleza das ideias do Projeto e a urgência de sua intervenção socioeducativa a partir das artes na busca de um debate sobre a industrialização da Amazônia motivaram projetos de 30 países a colaborar no financiamento do Festival em 2013. “Isto impressionou os jovens e pais no projeto”, explicou Manoela Souza, gestora do Rios de Encontro. “Sentiram a solidariedade, a preocupação e a presença do mundo, gritando por um debate imediato.”

“Este reconhecimento mundial do projeto é justo”, disse Zequinha Sousa do Cabelo Seco, ele mesmo reconhecido como mestre de cultura popular por sua atuação no Rios de Encontro. “Quando nós coordenadores adultos estávamos no encontro da Rede Brasileira de Arteducadores no Rio Grande do Sul em Outubro, os jovens assumiram a responsabilidade inteira pela continuidade de todos os projetos e suas oficinas. Que melhor prova de que o projeto está cumprindo sua palavra e princípios?”.

Na semana passada, na formatura com todos os gestores e participantes dos microprojetos, a contribuição de cada pessoa foi celebrada. Mas duas jovens coordenadoras se destacaram por sua criatividade, persistência, generosidade e liderança. Évany Valente, co-coordenadora do Cine Coruja, Latinhas e Sopros de Quintal, assistente no ensino de violão e estudante excelente em todos os cursos de formação, e Camila Alves, arteducadora de dança comunitária e infantil e coordenadora da Companhia de Dança AfroMundi Pés no Chão, que criou seu primeiro espetáculo Raízes e Antenas para o festival, choraram ao receber seu certificado e prêmio de reconhecimento Jovem Nelson Mandela.

“Nunca teremos o poder financeiro da Vale nem o poder político da Presidente do Brasil”, Dan emocionou na cerimônia na Casinha de Cultura, “mas nunca terão a grandeza de nossas ideias ou de nossa ética de cuidar do futuro de todos, que vocês duas praticam. Cantam que ‘nenhum gigante vai desterrar a nova flor da Amazônia’ no nosso CD. O Prefeito e Secretário de Cultura e o Presidente da Associação de Moradores aqui no Cabelo Seco ainda não valorizam vocês, mas o apoio nacional e internacional para nosso projeto mostra que o mundo já está reconhecendo vocês todos como gigantes. Vocês vão sensibilizá-los!”.

A caravana de Beleza Amazônica encerrou o ano com inovações: levou músicas ao vivo do CD ‘Amazônia Nossa Terra’ e o espetáculo ‘Raízes e Antenas’ como contribuições a formação de 180 professores em Nova Ipixuna e como intervenções no shopping Pátio Marabá, duas ações juvenis para incentivar um debate sério sobre sustentabilidade em 2014. Rios de Encontro levará a Caravana a Londres, New York e Porto Alegre antes de voltar em fevereiro com uma nova proposta de formação e colaboração para encantar Marabá. Fiquem de olho!

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2º Festival Beleza Amazônica na mídia!

 

Compartilhamos as duas matérias que saíram na terça-feira da semana passada, no jornal Correio Tocantins e Opinião, durante o lançamento do 2º Festival Beleza Amazônica.

Agradecemos aos jornalistas colaboradores Ulisses Pompeu do Correio Tocantins e Chagas Filho do Opinião.

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‘Raízes e Antenas’ da Cia AfroMundi, a caravana chega no Pátio Marabá!

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Durante o 2º Festival Beleza Amazônica a Companhia de dança AfroMundi lançou ‘Raízes e Antenas’, uma obra de dança contemporânea desenvolvida ao longo dos dois últimos anos. Diante um público grande no dia 07 de dezembro, no seu território de Cabelo Seco, a obra foi aplaudida de pé por todos, respondendo a pergunta-tema do festival Que Amazônia Vai Nos Sustentar?.

A Cia AfroMundi foi convidada para apresentar nesta sexta feira, dia 13 de dezembro no shopping Pátio Marabá, às 19h, no palco do 3° andar, junto com a Caravana Beleza Amazônica – com música das Latinhas de Quintal, vídeos e trechos do espetáculo – chegará no dia 13 ao Pátio Marabá às 15h.   

‘Raízes e Antenas’ se baseia na história de vida de seus quatro integrantes e de colaborações com coreógrafos profissionais da África, Ásia Pacifica, América Latina e Europa.

O espetáculo trata das histórias cruzadas de uma companhia de jovens bailarinos, lutando para definir sua própria identidade e caminho independente num mundo insustentável.

Dançamos nossa luta para se conhecer como amazônida e descobrir nossa identidade afro-contemporânea, diante todas as violências que sofremos no dia a dia, e o descuido industrial desenfreado que ameaça a massacrar nossa cultura. Dedicamos nosso espetáculo a um de nossos inspiradores, Nelson Mandela. A música da luta pela liberdade de seu povo da África do Sul já está na obra.

A Cia AfroMundi foi fundada em 2012, baseada em 08 anos de ballet clássico e dança popular e 04 anos de formação artística comunitária. Logo iniciou sua pesquisa em culturas africanas e amazônicas e em dança contemporânea, desenvolvendo uma linguagem própria de dança afro-contemporânea. Já em 2012, apresentando em Marabá e Medellín, Colômbia, e em 2013, em Florianópolis e Joinville. Além da Camylla Alves, Cia AfroMundi integra os dançarinos Lorena Melissa, Carolayne Valente e Israel Neto.

Maiores informações são disponíveis com Manoela Souza: 94 9192 0171 e 91 8842 0521

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Bicicletada pela Liberdade, a última do ano!

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No domingo, o 2º Festival Beleza Amazônica continuou com a ‘Bicicletada pela Liberdade’ que levou mais de 120 jovens até o bairro Liberdade.

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Esta foi a maior bicicletada que tivemos ao longo do ano com ampla participação de todas as idades, dos mais novos acompanhados de responsável, aos jovens, adultos e idosos.

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Encerramos com uma festinha improvisada ao som das Latinhas de Quintal, com carimbó do AfroMundi, mingau preparado especialmente pela família da percussionista Eliza das Neves e danças do anfitrião, a Biblioteca Hosana Lopes, além dos nossos cada vez mais calorosos sorteios culturais.

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