‘Galeria Popular’ recebe homenagem de amor

Nossa ‘galeria do povo’ vem se tornando uma marca presente no dia-a-dia visual da comunidade. Já sentimos a expectativa para saber qual será o próximo outdoor na parede da Casinha de Cultura que fica bem na frente da pracinha Francisco Coelho.

Outdoor_Dia_Namorados-1

Interagindo com o clima amoroso gerado pelo Dia dos Namorados do último dia 12 de junho, dedicamos nosso novo outdoor com uma declaração de amor à comunidade do Cabelo Seco nesses cinco anos de carinho com o projeto Rios de Encontro.

Outdoor_Dia_Namorados-2  

Outdoor_Dia_Namorados-3

Acreditamos nos laços e valores enraizados e ancestrais que ainda existem nas comunidades. Portanto, dedicamos nossa homenagem a essa riqueza que merece cuidado e valor enquanto patrimônio se queremos pensar em uma cidade de futuro vivo e sustentável não somente para Amazônia, mas para o mundo. 

Outdoor_Dia_Namorados-4

Agradecemos também aos colaboradores Passarinho e Anderson que estão sempre colando nossos outdoors na Galeria Popular.

Publicado em Publicações, Uncategorized | Deixe um comentário

Cine Coruja _ Sessão Especial Hoje!

CineCorujaHoje, sexta-feira dia 14, às 19h depois do Cortejo Comunitário para distribuir nosso cd Amazônia Nossa Terra em todas as 400 casas do bairro, vamos para a Sessão Especial do Cine Coruja com o filme ‘As Aventuras de Pi’, pipoca e surpresas a noite toda!

A distribuição do CD e o Cine Coruja Especial marcam o encerramento do primeiro semestre do projeto Rios de Encontro.

Sinopse
“Pi Patel (Suraj Sharma) é filho do dono de um zoológico localizado em Pondicherry, na Índia. Após anos cuidando do negócio, a família decide vender o empreendimento devido à retirada do incentivo dado pela prefeitura local. A ideia é se mudar para o Canadá, onde poderiam vender os animais para reiniciar a vida. Entretanto, o cargueiro onde todos viajam acaba naufragando devido a uma terrível tempestade. Pi consegue sobreviver em um bote salva-vidas, mas precisa dividir o pouco espaço disponível com uma zebra, um orangotango, uma hiena e um tigre de bengala chamado Richard Parker.”
extraída de adorocinema.com
Publicado em CineCoruja | Deixe um comentário

O Coco das Castanheiras alerta a Educação do Campo em João Pessoa-PB

Dan em Joao Pessoa

O coco das castanheiras para sensibilizar um público de 300 educadores, pesquisadores, estudantes e ativistas comunitários sobre a atual comercialização, industrialização e devastação da Amazônia, na mesa de abertura num Encontro Internacional da Educação do Campo, João Pessoa, Paraíba, no último dia 05 de junho de 2013.

Dan Baron, coordenador do projeto Rios de Encontro, convidado para participar em mesas redondas e oferecer oficinas de formação em encontros regionais de gestão social (em Belém), educação do campo (em João Pessoa e Fortaleza), e, para a Cátedra da UNESCO, sobre educação popular, não conseguiu passagens para os jovens artistas de Cabelo Seco, mas levou o CD. “Os educadores e gestores do país inteiro se encantaram com as musicas das Latinhas de Quintal,” Dan refletiu, “e se emocionaram muito sobre as letras que alertam o mundo sobre a ameaça aos Rios Tocantins e Inacianas. Ficarem preocupados com a falta de informação sobre Amazônia e inspirados pela coragem e pela beleza dos jovens de Cabelo Seco. Não falta de convites para as Latinhas tocar!” 

Publicado em Advogando | Com a tag , , , , , , | Deixe um comentário

Rios de Encontro é aplaudido no Encontro da Aliança Mundial pelas Artes Educação na Alemanha

O projeto Rios de Encontro foi aplaudido de pé por lideranças políticas e gestores de cultura e educação de quarenta e sete países no Encontro Mundial da Aliança Mundial pela Arte Educação, realizado em Munique, Alemanha, na semana passada, pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e o governo federal da Alemanha. Reunidos para discutir o papel da arte educação na gestão de cidades criativas e de futuros sustentáveis, os dirigentes parabenizaram o projeto sócio-educativo de Cabelo Seco por seu compromisso com o cuidado com o patrimônio natural e diversidade cultural da Amazônia.

Breatrice, Ministerio da Cultura, Gana, recebe o CD e Calendario do Rios de Encontro Breatrice Ayl – Gana – Universidade das Mulheres, Texas, EUA, recebe o CD e Calendário do Rios de Encontro

Apresentamos um video sobre a proposta cultural e educativa do projeto, e logo em seguida, destacamos a relação entre o alto índice de violência doméstica, ligada com narcotraficantes, e a violência de um modelo econômico que vem destruindo os rios, as florestas e as culturas populares desta região, em nome de desenvolvimento e preservação. As lideranças já eram bem preocupadas com o descuido imenso do governo brasileiro e paraense em relação a industrialização do sudeste do Pará, mas ficaram impressionados com os jovens artistas, atuando como gestores e lideranças na sua comunidade e escola, e sua atitude de somente apresentar nos palcos independentes das mineradoras e governantes responsáveis. Muitos choraram em gratidão, comentando no debate que seguiu quanto a vida do mundo está sendo ameaçada pelo desequilíbrio socioambiental causado por políticos desta região.

Governantes, gestores e arte educadores de 47 paises reunidos pela UNESCO, dialogam em Munique sobre a apresentacao Amazonia Nossa Terra (a) Governantes, gestores e arte educadores de 47 países dialogam em Munique sobre a apresentação ‘Amazônia Nossa Terra’

Não precisava explicitar as relações entre as múltiplas camadas de violência econômica, social e política e suas seqüelas físicas, emocionais e psicológicas. Reuniram-se exatamente por que sabem que hoje, a violência atende não somente aos bairros mais vulneráveis e excluídos, mas a todos os setores da sociedade. Sabem até bem melhor de que os governantes nos países ‘em desenvolvimento’ que, iguais com rios industrializados, raízes culturais cortadas não se recuperam facilmente, e ambos vão gerar uma praga de violência social. Por isso, ficaram atentos ao nosso projeto que oferece uma proposta relevante e madura que seus países carecem.

Nao desistem de advogar um mundo humano e sustentavel, disse Emily Arung (Quenia) as Latinhas de Quintal
‘Nao desistam de advogar um mundo humano e sustentável’ disse Emily Arung (Quenia) às Latinhas de Quintal
Publicado em Advogando | Com a tag , , , , , | Deixe um comentário

Nossa contribuição à II Semana Internacional de Arte Educação da Unesco

Compartilhamos nossa contribuição amazônica para a II Semana Internacional de Arte-Educação promovida pela Unesco (Órgão das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) e a WAAE (Aliança Mundial pelas Artes Educação).

A semana que acontece na terceira semana do mês de maio está instituída nas agendas locais e internacionais para celebrar e atrair os olhares do mundo para o poder transformador, criativo e libertador das artes no processo educativo e na formação humana de indivíduos e comunidades.

Nossa contribuição celebra ações artístico-pedagógicas do projeto Rios de Encontro do último ano, realizadas na comunidade afro-indígena do Cabelo Seco, onde nasce a cidade de Marabá, capital da industrialização da Amazônia, no Estado do Pará.

Ela narra nossos processos recentes de arteducação que emergem na cultura viva comunitária já existente em Cabelo Seco, no contexto das violências políticas, sociais e econômicas sofridas pela comunidade, que possibilitam a extrema exploração da região.

Celebrando a autoconfiança que vem com a formação artística e criação coletiva de um novo palco comunitário de auto-determinação, como base de trocas interculturais com artistas-gestores de todos os continentes. A partir desta nova auto-estima e auto-confiança, o video revela a capacidade de jovens de intervir não somente na comunidade, mas também nas suas escolas, praças, mídias e parlamento, como gestores, colaboradores e exemplos vivos de uma projeto de transformação participativa e sustentável.

Nossa contribuição encerra com a celebração da coragem destes jovens arteducadores populares de lançar seu primeiro CD no seu próprio palco comunitário-internacional, independente das mineradoras e políticos responsáveis pela atual devastação da Amazônia, praticando um paradigma alternativo e possível.

Publicado em Advogando, AfroMundi, Latinhas de Quintal | Com a tag , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Viva Maria Floresta Viva!

VivaMariaFlorestaViva

24 de maio de 2013.

Hoje fazem 2 anos que a extrativista, arteducadora e nossa amiga Maria do Espírito Santo e seu companheiro José Cláudio foram covardemente assassinados pelo poder devastador eco-social em meio a Floresta Amazônica, pela sua coragem criativa e sua paixão pela vida em defender a Floresta. Por defender a Amazônia.

Para marcar esta data compartilhamos uma imagem que simboliza a Vida, acompanhada de Alerta Amazônia, música especial escrita a mais de 20 anos pelo mestre popular e nosso diretor musical Zequinha Sousa e cantada pelas vozes juvenis das Latinhas de Quintal que está no nosso cd Amazônia Nossa Terra.

Viva a Maria Floresta Viva!

por uma Amazônia Viva e Sustentável.

Publicado em Latinhas de Quintal | Deixe um comentário

Latinhas de Quintal homenageiam as Mães

Latinhas de Quintal se apresentam no Dia das MãesFim de semana das mães. Latinhas de Quintal e Cia Afro Mundi: Pés no Chão recebem três convites para apresentar parte do seu processo de pesquisa e de formação artística no palco da prefeitura especialmente criado para celebrar o Dia das Mães. As Latinhas de Quintal apresentaram duas de suas músicas e foram convidadas para acompanhar as artistas marabaenses Jeane e Nenzinha, como reconhecimento pela sua qualidade musical, fruto de 5 anos de formação artística e humana.
Latinhas de Quintal se apresentam no Dia das Mães
Latinhas de Quintal se apresentam no Dia das Mães
Latinhas de Quintal se apresentam no Dia das Mães

A jovem liderança, cantora e dançarina, Camila Alves comenta sobre esta nova fase das Latinhas após o lançamento do cd Amazônia Nossa Terra “Está sendo ainda mais legal que antes. Depois do lançamento do nosso cd já tivemos vários convites para apresentação e muitos elogios sobre nossos projetos e banda, fico muito feliz por estar fazendo parte dessa família e por ter lutado junto para chegar até onde estamos hoje e continuarei lutando até a nossa Amazônia estiver salva.”

Camila e alunas mirins apresentam o carimbó na Escolinha Deodoro de Mendonça

Neste mesmo fim de semana Camila apresentou parte do seu processo de formação cultural comunitária de novas dançarinas crianças na Escolinha do Cabelo Seco como parte da homenagem às Mães do bairro e comenta “Agindo na escola não só estou aprendendo mais, como também ajudando a comunidade a confiar em mim e ganhar mais o respeito de todos, sendo que com criança é muito legal de se trabalhar e também está me dando uma oportunidade de mostrar a comunidade o meu trabalho e de como vim desenvolvendo nesse tempo.”

Ela encerra nossa pequena entrevista feita pelo núcleo de comunicação falando de seu processo de autopesquisa em criação em dança afrocontemporânea “Para mim está sendo muito importante saber que tenho essa capacidade de montar coreografias vindo de minha própria vida, da minha história, e mostrar a todo mundo qual é o meu objetivo no futuro, de ser reconhecida por todos e que todos falem um dia que eu lutei para chegar onde estou agora.”

Latinhas de Quintal se apresentam na Escola Municipal

No sábado, enquanto Camila apresentava com seu grupinho de dança infantil para as mães da Escolinha, a outra parte das Latinhas faziam duas apresentações, na Escola Municipal que fica na Vila Militar e na Escola Municipal José Virgulino, iniciando uma nova fase na base musical do grupo, com Évany (nossa diretora musical mirim) assumindo o violão e aos poucos ganhando a confiança necessária para dirigir musicalmente o grupo, à medida que desenvolve suas habilidades durante as oficinas de Violão com o mestre Zequinha (nosso diretor musical do projeto Rios de Encontro).

Latinhas de Quintal se apresentam na Escola Municipal José Vergolino
Latinhas de Quintal se apresentam na Escola Municipal José Vergolino
Publicado em AfroMundi, Latinhas de Quintal | Com a tag , , , , , , | Deixe um comentário

Residência com Dora Andrade ~ Dança Contemporânea

relato escrito por Camylla Alves, jovem coordenadora do projeto de dança afrocontemporânea  AfroMundi: Pés no Chão

Ato em Dança (técnicas e sensibilização em dança contemporânea): 5 horas

O primeiro momento com Ato em Dança

A oficina de Dora Andrade começou com técnicas de movimentos baixo, médio e alto, que também nos deu a flexibilidade do contato com o chão, de como sair do nível baixo para o nível médio e alto e voltar para o nível baixo sem prejudicar o corpo. E de como seguir o movimento com o corpo sem fazer escalas para o próximo movimento e de como dançar sentindo o nosso corpo tendo o contato com o chão, como se fluísse do chão para chegar até seu contato visual.

Conhecendo o grupo Ato em Dança

Conhecendo o grupo Ato em Dança

O segundo dia de oficina com Ato em Dança foi a partir da sensibilização com o contemporâneo e com a improvisação, de como desenhar seu espaço e deixar o corpo respirar sentindo o movimento. E depois desse processo de juntar todas essas técnicas e sensibilidades, saberemos o que é a dança contemporânea.

Desenvolvendo a dança contemporânea

Desenvolvendo a dança contemporânea

 

Coreografia da Dança (refinando a dança afro-contemporânea do AfroMundi) 2 horas

O primeiro momento de Dora Andrade com AfroMundi foi mostrar as coreografias do grupo pra ela. Depois ouvimos o que ela tinha a dizer das danças, e perguntamos as técnicas dela e de como melhorar as nossas. Foi muito legal ouvir as propostas dela e a partir dali a gente seguir em frente com uma nova ideia.

Residência em Dança Contemporânea com Dora Andrade

Coreografia da Dança (refinando a obra da dança afro-contemporânea para Bolshoi) 4 horas

Foi uma experiência muito boa e aprendi varias coisas e também demos continuidade com a coreografia afro-contemporânea para o Bolshoi. Enquanto inventávamos passos ela me falava sobre essa escola de ballet. E que eu tinha que estar muito atenta e muito saudável. Mas também me ensinou várias técnicas porque no Bolshoi eles exigem muito e vários exemplos de como dançar e ter a presença no palco.

Com a coreografia pronta só fizemos refinar pra melhor e também transformá-la em um solo, porque ela é dançada em grupo. Então tivemos que fazer um solo para mandar no meu relatório para o Bolshoi. Foi muito legal, mas não terminamos, era pouco tempo pra fazer uma coreografia então fizemos até a metade. Fiquei com todos os conselhos que ela me dava na semana, e fiquei de terminar a coreografia também mantendo o contato com ela e mostrando como está indo o processo.

Vivência no Plínio (duas oficinas em dança contemporânea: jogos coreográficos e improvisação coreográfica): 4 horas

Experiência na escola Plínio Pinheiro

Experiência na escola Plínio Pinheiro

Na escola também foi muito bom com a Dora Andrade ela deu duas oficina bem legais não só pra mim, mas também para meus amigos da escola. Aprendemos muito com todos. A Dora não podia mostrar todas as técnicas porque estávamos na escola e de farda, então ela começou com uma fala sobre quem ela era e o que ela estava fazendo naquele momento conosco. A oficina começou com a interpretação corporal. No início foi bem estranho para os alunos porque eles estavam reconhecendo uma dança diferente de todas que eles virão que usa a linguagem do corpo e da alma. Mas como era a primeira experiência, eles no inicio ficarão bem envergonhados e poucos se soltaram. Mas na segunda experiência eles todos se entregaram a dança e sentiram como era boa e importante. E que a dança contemporânea estava no nosso dia a dia e nas nossas danças típicas que gostamos como carimbó, funk, melody, swuingueira e também danças modernas. Então ela construiu um coreografia muito legal que todos gostaram muito porque misturamos hip-hop com carimbó e a dança contemporânea. Também experimentamos ser o coreógrafo e fizemos nossa coreografia isso foi uma surpresa pra todos nós. 

Estudo em dança contemporânea (3 sessões)

Com a Dora Andrade foi muito legal ela me ensinou várias coisas sobre a dança contemporânea e também me mostrou vários vídeo e livros que falam dos melhores grupos de dança contemporânea do Brasil e de outros países. Isso me abriu muito os olhos porque me fez ver que a dança contemporânea é uma dança de alma e sentimento que vemos isso muito no dia a dia. A dança contemporânea não tem só um significado ela pode ter vários porque  ela pode ser moderna, popular, folclórica e o que você quiser. Isso é dança contemporânea.

Almoçando e compartilhando ideias.

Almoçando e compartilhando ideias.

Publicado em AfroMundi, Residências | Com a tag , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Amazônia Nossa Terra ~ Lançamento mundial virtual

Agradecemos aos nossos músicos, solidários convidados especiais por fazer parte desta noite marcante e com imenso orgulho compartilhamos nosso CD Amazônia Nossa Terra na íntegra para você baixar e compartilhar com a sua rede de amigos e de pessoas preocupadas com o futuro.

Clique para baixar e compartilhar nosso cd Amazônia Nossa Terra ~ Click to download the cd Amazon Our Land

Clique para baixar e compartilhar nosso cd Amazônia Nossa Terra ~ Click to download the cd Amazon Our Land

Nossas letras estão traduzidas em três línguas – português, espanhol e inglês – para que outras culturas possam encontrar e conhecer nossas vozes amazônicas, cantando ao futuro.

Você também pode escutar nossas músicas on-line no nosso canal no youtube, clicando aqui.

Por favor, nos escreva (riosdeencontro@gmai.com), nos envie imagens, videos, poemas, queremos saber de vocês o que tem a dizer sobre um projeto de futuro vivo e sustentável.

Amazon Our Land ~ Virtual world launch

Good evening friends We are writing from here in Francisco Coelho Square, in the centre of our community of Cabelo Seco, where at this moment we are launching our first CD, Amazônia Nossa Terra, for a very special audience, right at the meeting of the Rivers Itacaiúnas and Tocantins, to alert the world of the industrialization of our forests and rivers which happening in our region and to affirm a Living and Sustainable Amazon.

We thank our invited musicians for their solidarity and taking part in this emotional moment and with immense pride, we share our CD ‘Amazon Our Land‘ in full which you can download and share with your network of friends and people concerned about the future.

Our lyrics are translated into three languages – portuguese, spanish and english – so that other cultures can meet and know our Amazonian voices, singing to the future.

You can also listen to our songs on-line on our channel in youtube, clicking here.

Please write to us, send images, videos and poems. We want to hear what you have to say about a project of a living and sustainable future.

Publicado em Latinhas de Quintal | 1 Comentário

Ensaio Aberto – estudantes norte-americanos são nossos convidados

No meio de um apagão e uma tempestade, no dia 17 de abril, nós dos grupos artísticos juvenis As Latinhas de Quintal e companhia de dança AfroMundi Pés no Chão, ambos do projeto educativo comunitário Rios de Encontro, realizamos nosso primeiro ensaio internacional de 2013, diante 18 estudantes dos Estados Unidos da América. Aprofundamos nossa motivação coletiva gerada pela Bicicletada pela Vida do sábado passado quando contribuímos com a ação cidadã, pedalando até o bairro Liberdade para entregar o convite ao nossos parceiros, biblioteca Hozana Lopes e boi Flor do Campo, para participarem no lançamento do CD Amazônia Nossa Terra, no dia 27 de abril.

Latinhas de Quintal - Ensaio Aberto

Logo depois de sair da missa e ato popular na Curva do S em solidariedade com as famílias que sofreram o massacre de Eldorado dos Carajás, os universitários de 10 estados dos EUA pularam para participar num pré-lançamento do nosso CD, aqui no nosso Barracão de Cultura, no Cabelo Seco.

20130417_3634

Haviam já visitado Tucurui e Belo Monte, a hidroelétrica em construção em Altamira, e ficaram admirados pela coragem dos jovens Sem Terra, cantando e dançando sua reivindicação pela justiça. “Mas quando escutamos vocês cantando com tanta sensibilidade e musicalidade sobre os Rios Tocantins e Itacaiúnas, choramos. Sentimos Amazônia”, refletiu Andrew Patel de Chicago ao final da apresentação das Latinhas de Quintal, estudante de geologia e desenvolvimento sustentável. “Vamos tocar estas músicas quando voltamos para alertar nosso país sobre a violação do meio ambiente que está acontecendo aqui.”

“Vi a diretora musical, Evany, tocando o tambor com tanta confiança e coordenando todos os percussionistas com tanta liderança,” exclamou Jesse Daley de New York, estudante de relações internacionais e do meio ambiente “e entendi porque foi escolhida para ir à Inglaterra para ensinar ritmos amazônicos e abrir um congresso mundial das artes. Ela ensina e comunica através da música. É evidente que o projeto se sustenta através da cultura que corre nas veias desses jovens. Será que esta cultura vai sobreviver a transformação do Tocantins em hidrovia?”

Latinhas de Quintal - Ensaio Aberto

Maiores informações sobre Rios de Encontro e o Lançamento ‘Amazônia Nossa Terra’ do dia 27 de abril estão disponíveis com as gestoras culturais Manoela Souza e as Latinhas de Quintal (94 9192 0171).

Publicado em AfroMundi, Latinhas de Quintal | Deixe um comentário